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Os grupos de batuco Raiz Fincado de Nhagar, Assomada, e batucadeiras do concelho de São Domingos são as primeiras eliminadas da 3ª edição do concurso de batuco de Santiago realizada no passado domingo no Polivalente Olívio Semedo

Na primeira secção do concurso participaram cinco grupos de batucadeiras nomeadamente, batucadeiras de Entrepicos –Reda, São Domingos, Raiz Fincado, São Salvador do Mundo e Cidade Velha.

Este evento vai servir para batucadeiras como partilha de experiências e contactos entre eles.

Santa Catarina é cada vez mais um grande centro de Cultura, nosso orgulho e nosso futuro.

È de referir que ainda falta quatro secções e a final deste concurso está prevista para dia 24 de Julho.

O primeiro classificado leva para casa o prémio no valor de 80 mil escudos, atribuído pela câmara municipal, os segundos classificados 40 mil escudos e o terceiro 20 mil escudos.

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A terceira edição do concurso de batuque de Santiago arranca este sábado, 18, no polivalente de Assomada, e conta com a participação de 27 grupos de batucadeiras de toda a Ilha de Santiago

Em conferência de imprensa, realizada esta manhã na sala de reunião da câmara municipal, o concurso, cuja abertura oficial está prevista para este sábado, acontece todos os domingos no polivalente de Assomada, com a primeira sessão já no dia 26 e final no dia 24 de Julho.

A Câmara Municipal de Santa Catarina, é paarceira deste concurso, segundo o director pela área de Juventude, Cultura e Desporto, Nelson Mascarenhas, vai apoiar na atribuição de prémios e no transporte dos grupos de batuque de Santa Catarina.

Informou ainda que a edilidade vai continuar a abraçar esse projecto, visto que tem valorizado os grupos culturais ligado a batuque.

Por sua vez o organizador do evento, Isaac Vicente disse que este ano vão ser realizadas apenas cinco sessões, sendo três de eliminação, um de meias-finais e uma final, pois com o aproximar da época da chuva, correm o risco de ver a actividade cancelada por falta de público, que durante o período de àságuas vão estar na faina agrícola.

"Este projecto, lançado em 2013, sempre foi um grande sucesso, e tem contribuído para o surgimento de novos grupos. Nosso objectivo é continuar a batalhar para a existência de batuco e para que ele continue viva. Estamos a ver mais grupos de jovens de batuque, que antes estavam mortos", realçou.

Para Isaac Vicente, a organização tem conseguido alcançar os seus objectivos que é de valorizar esta tradição, e ainda de fazer entender os grupos que a importância deste concurso não é o prémio, mas sim manter a tradição sempre viva.

Na opinião do organizador deste evento há necessidade de formar alguns grupos de batuque para que o estilo de batuque continue a ser genuíno.

Em relação aos parceiros, disse que tem sido a sua luta diária, pois neste momento só têm luz verde da Câmara Municipal de Santa Catarina e de uma empresa portuguesa, mas ainda aguarda mais patrocinadores.

O primeiro classificado leva para casa o prémio no valor de 89 mil escudos, atribuído pela câmara municipal, os segundos classificados 40 mil escudos e o terceiro 20 mil escudos.

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As câmaras municipais da Ilha de Santiago e as associações regionais de futebol de Santiago Norte e Sul, em coordenação com a Associação dos Municípios de Santiago, reuniram esta terça-feira em Assomada, para institucionalizar a Superliga de Santiago

O encontro teve lugar na sala de reunião da Câmara Municipal de Santa Catarina, tinha como objectivo de oficializar este a superliga junto à Federação Cabo-verdiana de Futebol, os intervenientes vão ainda analisar a possibilidade de realizar o torneiro, este ano, de forma não oficial tendo em conta o atraso na institucionalização do mesmo.

Na Superliga vão participar as equipas que se classificarem entre o segundo e o quinto lugares nos regionais de Santiago Sul e Norte. As oito formações vão ter uma jornada com 14 jogos, isto é, vão disputar a competição no sistema de todos contra todos, em duas mãos.

Em representação das câmaras municipais, o edil de Santa Catarina, Francisco Tavares, considerou que a Superliga que vai ser institucionalizada em diálogo com a Federação cabo-verdiana de Futebol, permitirá evitar "tempos mortos" para os atletas e ainda criará mais oportunidade de competição para as equipas santiaguenses.

Francisco Tavares realçou que o objectivo da superliga é de evitar que os jogadores tenham mais tempo de lazer do que competição e proporcionar o aparecimento de mais tubarões azuis e alargar o leque de escolha do selecionador nacional.

Por sua vez, o presidente da Associação Regional de Futebol de Santiago Sul, Mário Avelino, disse que este projecto foi pensado desde 1996, mas só agora está sendo possível por na prática.

"Estamos também à discutir a possibilidade de se abranger também a segunda divisão, para que, numa conjugação de esforços das câmaras municipais, do Governo, da FCF e outros parceiros, possamos fazer com que às 44 equipas da primeira divisão, mais as outras da segunda, possam contribuir para que esta ilha desempenhe o seu papel no desporto nacional", realçou Mário Avelino.

Mário Avelino explicou que os jogos decorrerão em paralelo com o campeonato nacional, ou seja, a Superliga vai complementar a prova nacional, mas terá o seu próprio regulamento.

O presidente da Associação Regional de Futebol de Santiago Norte, Anastácio da Veiga, acredita que esta competição, além de aproximar as duas regiões desportivas, vai ainda trazer mais visibilidade às equipas de Santiago Norte.

A Superliga vai ter um financiamento de 1800 contos que deverá ser assumido pelas câmaras municipais, pelo governo e pela Federação.

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