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O edil, Francisco Tavares assinou ontem em Amiens- Metropole, França, uma adenda ao Acordo de Cooperação para desbloquear o projecto «Agua e Saneamento» e ainda visitaram uma das maiores Estações de Tratamento de Águas Residuais de Amiens-Metropole que serviu para afinarem os pormenores das acções de cooperação a realizar a partir de Junho.

Francisco Tavares efetuou uma visita de trabalho ao «Centre Hospitalier Amiens Picardie» que para além de hospital, compreende ainda a componente formação de especialidade nos vários domínios da medicina.

“Vamos a partir de agora montar o projecto de cooperação no domínio da saúde que poderá abranger missões de especialistas desse centro de referência europeia junto do hospital regional Santiago Norte, oferta de materiais e equipamentos mas também o acolhimento de médicos e outros técnicos de saúde de Santiago em formação continua e de especialidade “ressaltou o autarca.

No encontro para fortalecer cooperação entre o município de Santa Catarina e Amiens-Metropole estavam presente Alain GEST, Deputado da Assembleia Nacional de França e Presidente de Amiens-Metropole, com a presença da Presidente de Amiens Brigitte Fouré, o Vereador Vladimir Mendes Borges e outros eleitos municipais de Amiens, bem como o Presidente da ACVA, Simão Moreira. 

 

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O Edil de Santa Catarina partiu esta sexta-feira para França, mais concretamente ao município de Amiens-Metropole (região de Paris) que vai estar em sessões de trabalho de 2 a 7 de Maio, no CHU Amiens Picardie, na Agence de l’Urbanisme du Grand-Amienois, ADUGA, na autarquia de Amiens-Metropole sobre a cooperação no domínio da água e saneamento, e com a Associação de Amizade Cap-Vert-Amiens.

 E ainda Francisco Tavares, efetuará uma visita ao Centre Hospitalier de Bligny, em Morsang-sur-Orge, no âmbito da cooperação com a Associação la Voie du Cap-Vert e por último visita a Embaixada de Cabo Verde em França.

Santa Catarina coopera com Amiens-Metropole (Comunidade de 33 Municípios incluindo Amiens Ville), com especial ênfase no domínio da água e saneamento.

A cooperação começou com a Associação de Amizade Cap-Vert-Amiens que já tem muita obra feita, no domínio da construção e reparação de habitação de pobres, conjuntamente com a associação comunitária ASACASC  de Santa Catarina e uma associação de Figueira Muita.

A saúde e o urbanismo são assim novas áreas que viabilizaram, na sequência da visita de Alain GEST, Presidente de Amiens-Metropole e do Presidente da Associação de Amizade Cap-Vert-Amiens numa visita ocorrida em Fevereiro do corrente ano.

 

 

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Francisco Tavares esclareceu em conferência de imprensa dada no dia 22 Abril sobre o caso da penhora das viaturas pelo tribunal e bem como outras dívidas da autarquia, aos munícipes e aos vereadores eleitos pela lista do PAICV.

O autarca explicou que houve uma falha nos serviços da autarquia que levaram à penhora dessas duas viaturas, mas garantiu que ainda esta semana vão liquidar essas dívidas.

Segundo o edil, trata-se de duas dívidas de 1600 e 558 contos, ou seja, um total de 2100 contos, em que uma delas está relacionada com o serviço de segurança prestado no mandato passado, e a outra com terrenos que a Câmara Municipal comprou há cerca de 28 anos.

"Ou seja, uma dívida do tempo de Duete Alcides Alfama, que passou por Aires Borges, Celestino Almada, Pedro Freire, Moisés Monteiro, José Maria Neves e João Baptista Freire, e só agora veio a cobrança por via de penhora. Portanto, uma dívida que já tem 28 anos e eu estou cá há quase oito anos", esclareceu o autarca, culpando o PAICV de estar por detrás desta penhora por pura vingança.

De acordo com Francisco Tavares, a câmara tem pago dívidas deixadas pelo PAICV e em 2014 e 2015 pagaram de uma só vez, dívidas dos anos noventa em valores superiores a 5000 contos em terrenos de particulares que o PAICV ocupara para obras, quando esteve na câmara, e não pagou.

"Mas não deixamos de pagar medicamentos, analises, óculos e comida aos pobres que precisam. Não deixamos de abrir frentes de trabalho e reparar estradas municipais criando emprego temporário e não deixamos de pagar salários e as nossas dívidas", informou o autarca.

"Quando o PAICV esteve na Câmara Municipal, recebeu 239 mil contos de ajuda do Governo a título de contrato-programa, vendeu 302 mil contos em terrenos, mas passaram para mim dívidas de 317 mil contos para pagar e sem grandes obras”, disse o autarca, sublinhando que em contrapartida, em oito anos do seu mandato só teve 3000 contos de ajuda do governo e que os investimentos que realizou foram com recursos ao empréstimo bancário e com receitas da câmara.

Entretanto, Francisco Tavares garantiu que as dívidas estão sob controlo, pois neste momento a câmara deve 423 mil contos, dos quais 258 mil contos aos bancos e 164 mil contos a empresas e particulares.

“A prova de que estão sob controlo é que de 2012 até ao presente já pagamos 161.188.164,20 ECV aos bancos e não tomamos mais nenhum escudo à banca”.

Em contrapartida, indicou que terceiros devem à câmara municipal cerca de 558 mil contos, dos quais 307 mil só em imposto único de património.

“Se todos pagarem o que nos devem, vamos poder liquidar todas as dívidas da autarquia e ainda ficamos com um saldo de 135 mil contos”, apontou.

"As nossas dívidas devem ser pagas até 2026, o que equivale uma média de 42 mil contos por ano, ou seja, mais ou menos o equivalente a dois meses de receitas da câmara. Por isso é que as nossas dívidas estão sob controlo. De 2012 até ao presente já pagamos 161 mil contos aos bancos e não tomamos mais nenhum centavo à banca em Cabo Verde", disse.

De acordo com Francisco Tavares se o anterior governo do PAICV tivesse disponibilizado cerca de 150 mil contos à câmara da taxa ecológica e ainda se a Electra tivesse pago os 90 mil contos que os deve teriam pago todas as dívidas.

Recordou, ainda, que desde 2012, o PAICV vem bloqueando todas as possibilidades da câmara municipal em arrecadar mais receitas, pois, chumbaram os orçamentos. 

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